sexta-feira, 18 de setembro de 2009

França


A França (em francês: France) é um país localizado no continente europeu, mais especificamente na Europa Ocidental. Faz fronteira a leste com a Alemanha e Suíça; a sudeste com a Itália e a sudoeste com a Espanha e Andorra; a norte faz fronteira com a Bélgica e Luxemburgo; a oeste é limitada pelo oceano Atlântico e a sul por Mônaco e pelo mar Mediterrâneo. Uma das grandes incentivadoras e membro-criador da União Europeia, o país foi uma potência colonial no passado, e ainda possui territórios e dependências ultramarinas, em diversos lugares ao redor do mundo.

De todos os grandes estados europeus, foi a primeira a ter a sua formação como estado, sendo sua capital em Paris. Incluindo os territórios ultramarinos, a França tem uma superfície de 675 417 km² e em torno de 64,5 milhões de habitantes. O francês é o idioma oficial, segundo a constituição, mas outras 77 línguas regionais existem no país.[2]

Segundo dados do FMI, a França é a oitava economia mundial, com um PIB de 2,04 trilhões de dólares.[3] Sua economia é um capitalismo com intervenção estatal não desprezável, desde o fim da Segunda Guerra Mundial. No entanto, desde a metade dos anos 1980, reformas sucessivas em diversos setores estão desprendendo progressivamente tais empresas do poder público.

Desde sua formação, a França foi importante política e militarmente no âmbito internacional. Sendo assim, é um país-membro do Conselho da Europa, União Européia, Zona do Euro e do Espaço Schengen. É um dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU, e dispões de tecnologia nuclear, fato que reforça ainda mais sua influência militar no globo.

No decorrer do século XVII, o grande século para a França, ela foi modificada pelas artes e pela filosofia. Berço do Iluminismo, ela influenciou as revoluções na América, depois a Revolução Francesa foi o exemplo de democracia para o mundo inteiro, desenvolvendo valores de liberdade, igualdade e, desde 1905, laicidade. Devido ao Renascimento e às explorações, dos séculos XVIII e XIX, a França difundiu sua cultura e língua por diversos povos, no Canadá, África e em algumas regiões do Médio Oriente, Ásia e Pacífico.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Canadá


O Canadá é um país localizado na América do Norte. É o segundo maior país do mundo em extensão territorial, sendo superado apenas pela Rússia. O Canadá ocupa praticamente toda a metade norte do continente norte-americano, tendo como único país a lhe fazer divisa os Estados Unidos da América, tanto ao sul (os 48 estados contíguos) como ao noroeste (com o estado do Alasca). Ao norte localiza-se o oceano Ártico, a oeste, o oceano Pacífico, e a leste, o oceano Atlântico e a Groenlândia. Sua capital é a cidade de Ottawa.
O Canadá é uma
federação, apresentando como forma de governo uma monarquia constitucional e uma democracia parlamentar como sistema político. Constitui-se de dez províncias e três territórios. O chefe de Estado do país é a rainha Elizabeth (Isabel) II do Reino Unido - um símbolo dos laços históricos do Canadá com o Reino Unido — e o governo é dirigido por primeiro-ministros. O atual primeiro-ministro do Canadá é Stephen Harper.
O Canadá obteve sua
independência em 1 de julho de 1867, do Reino Unido, através da união de três colônias britânicas, a Província do Canadá (atual Ontário e Quebec), a Nova Brunswick e a Nova Escócia. O Ministério das Relações Exteriores do Canadá, porém, continuou a ser controlado pelo Reino Unido. Em 1931, segundo os termos do Estatuto de Westminster, o Canadá adquiriu soberania sobre seu Ministério das Relações Exteriores, e qualquer ato aprovado pelo Parlamento do Reino Unido não teria efeito no Canadá sem o consentimento deste. Quaisquer poderes e direitos que o Reino Unido possuía sobre o Canadá no papel foram removidos no Canada Act (ou Loi de 1982 sur le Canada em francês) de 1982. O gentílico do país é canadense (no Brasil) ou canadiano(a) (em Portugal).
O Canadá é um país de baixa
densidade populacional, com seus 32 milhões de habitantes distribuídos em uma área de aproximadamente nove milhões de quilômetros quadrados, o que representa apenas 3,5 habitantes/km². Cerca de 75% de sua população vive no sul do país, mais exatamente, em uma faixa de aproximadamente 150 quilômetros de largura ao norte da fronteira sul do Canadá com os Estados Unidos, que se estende desde o Oceano Atlântico até o Oceano Pacífico, enquanto o norte do país é escassamente povoado devido ao seu clima severo.
O Canadá é considerado um dos países mais
multiculturais do mundo. Tendo sido colonizada por franceses e ingleses, cerca de 45% da população do Canadá possui ascendência inglesa, escocesa ou irlandesa, e aproximadamente um quarto da população do país possui algum grau de ascendência francesa.
Os Estados Unidos são o maior parceiro econômico do Canadá. Por causa de sua grande população e de seu maior poder econômico e influência cultural, os Estados Unidos possuem uma presença muito forte na economia e na cultura do Canadá — embora muitos canadenses lutem para que eles próprios sejam os principais responsáveis pelo controle da economia de seu país, e para manter a cultura canadense, que desde o começo do
século XX tem sido bastante associada com a cultura estadunidense.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Socialismo


O Socialismo é um sistema sociopolítico caracterizado pela apropriação dos meios de produção pela coletividade. Abolida a propriedade privada destes meios, todos se tornariam trabalhadores, tomando parte na produção, e as desigualdades sociais tenderiam a ser drasticamente reduzidas, uma vez que a produção poderia ser equitativamente distribuída.

Capitalismo


O Capitalismo é um sistema sócio-econômico, político e social adotado pela grande maioria dos países e das sociedades humanas, onde possuem propriedades privadas dos meios de produção, no qual os agentes econômicos (empresários), proprietários dos meios de produção permitem que esta produção seja comercializada num mercado, onde as transações são de natureza monetária.
O sistema capitalista é um sistema que separa
capital de trabalho e cujas relações são de dominação e exploração. Para que haja dominação e exploração é necessário que o trabalho e o capital estejam separados. No momento em que a pessoa trabalha no que é dela, não existe mais capitalismo. Comumente definido como um sistema de organização de sociedade baseado na propriedade privada dos meios de produção e propriedade intelectual, e na liberdade de contrato sobre estes bens (livre-mercado). As pessoas quando sujeitas a estas condições, com o intuito de satisfazer seus desejos e necessidades, tendem espontaneamente a dirigir seus esforços no sentido de acumular capital, o qual é então usado como moeda de troca a fim de adquirir os serviços e produtos desejados. Como se percebe, o nome veio a calhar, pois informa diretamente uma das principais características imanentes, que é o acúmulo de capital (embora nenhum indivíduo seja obrigado legalmente a acumulá-lo). O capital, por sua vez, pode ser adquirido, expandido basicamente pelo trabalho produtivo e o comércio, mas como o primeiro também pode se enquadrar na classificação de comércio, a rigor e em última instância, o acúmulo se dá pelo comércio voluntário. O capitalismo, segundo seus defensores, é o meio mais eficiente e eficaz de prosperidade, desenvolvimento e eliminação de pobreza nas sociedades, devido ao seguinte argumento central: cada indivíduo, por depender basicamente do seu próprio esforço, por ter direito a acumular e desfrutar dos produtos gerados por este esforço, por ter de assumir e colocar em risco seu próprio patrimônio é altamente motivado a utilizar seus recursos (materiais e intelectuais) da melhor forma (mais eficiente) possível, e a melhor possível é a que gera maior riqueza para a sociedade, já que os indivíduos dependem de transações voluntárias.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Mapa Dos Continentes


Antártica

A Antártica ou Antártida (do grego ανταρκτικως «antarktikos», "oposto a ártico"), (ambos os termos no Brasil)[3] ou Antárctida[4] (em Portugal) é o mais meridional dos continentes e um dos menores, com uma superfície de catorze milhões de quilômetros quadrados. Rodeia o Pólo Sul, e por esse motivo está quase completamente coberto por enormes geleiras (glaciares), excepção feita a algumas zonas de elevado declive nas cadeias montanhosas e à extremidade norte da Península Antártica. Sua formação se deu pela separação do antigo supercontinente Gondwana e seu resfriamento aconteceu nos últimos quarenta milhões de anos.
Possui baixa
precipitação no interior, mas não pode ser considerado o maior deserto do planeta devido às baixas taxas de evapotranspiração (a quantidade de água que poderia evaporar numa dada região). Como tal, apenas espécies muito adaptadas como pinguins e musgos conseguem sobreviver.
Juridicamente, a Antártica está sujeita ao
Tratado da Antártida, pelo qual as várias nações que reivindicavam territórios no continente (Argentina, Austrália, Chile, França, Noruega, Nova Zelândia e Reino Unido) concordam em suspender as suas reivindicações, abrindo o continente à exploração científica.
Por esse motivo, e pela dureza das condições climáticas, não tem
população permanente, embora tenha uma população residente de cientistas e pessoal de apoio nas bases polares, que oscila entre mil (no inverno) e quatro mil pessoas (no verão). Apenas lá moram provisoriamente os cientistas em base de investigação.

Europa

A parte continental é limitada a Norte pelo Oceano Glacial Árctico, a oeste pelo Oceano Atlântico, a sul pelo Mar Mediterrâneo, pelo Mar Negro, pelas montanhas do Cáucaso e pelo Mar Cáspio, e a Leste, onde a delimitação é mais artificial, pelos Montes Urais e pelo Rio Ural. A Europa inclui também as Ilhas Britânicas, a Islândia e várias ilhas e arquipélagos menores, espalhados pelo Atlântico, Mediterrâneo e Árctico.
Segundo a mitologia grega,
Europa foi uma mulher muito bonita que despertou os amores de Zeus, deus-rei do Olimpo.
O continente europeu, que durante a
Era dos Descobrimentos foi chamado de Velho Mundo, estende-se quase que inteiramente na zona temperada, acima de 35º de latitude norte, com apenas uma estreita faixa até o círculo polar Ártico. Devido ao seu litoral muito recortado, a influência oceânica é grande, e as temperaturas são geralmente amenas (não há extremos acentuados), com precipitações que oscilam entre 500 e 1 000 mm anuais. Alternam-se no seu relevo extensas planícies, maciços pré-cambrianos e paleozóicos.
A quase totalidade do continente inclui-se no
mundo desenvolvido. A agricultura, mecanizada, emprega em média apenas 10% da população economicamente activa, enquanto que um terço desta se ocupa da indústria e a maior parte é absorvida pelo sector terciário. A União Europeia (UE), compreendendo 27 Estados-membros, é a maior e mais importante entidade política, económica e cultural do mundo. A UE é também a maior economia mundial com um PIB estimado em 12,82 trilhões de dólares [1] ultrapassando largamente os Estados Unidos.
A Europa pertence, com a
Ásia, a uma massa de terra chamada Eurásia. O continente europeu tem uma área de 10,3 milhões de km² e é banhado ao norte pelo oceano Glacial Ártico, a oeste pelo oceano Atlântico e ao sul pelo mar Mediterrâneo. A leste, a fronteira com a Ásia atravessa a Rússia e a Turquia. Esse limite é determinado pelos montes Urais, pelo rio Ural, pelo mar Cáspio, pelas montanhas do Cáucaso e pelo mar Negro. Três nações transcaucasianas (Armênia, Azerbaijão e Geórgia), cujos territórios se estendem até a Ásia, são consideradas integrantes do continente europeu.
O litoral europeu é bastante recortado e apresenta cinco grandes penínsulas —
Ibérica, Itálica, Balcânica, Escandinava e da Jutlândia — e várias ilhas e arquipélagos, entre os quais as Ilhas Britânicas, a Islândia, Córsega, Sicília, Creta, os Açores e a Madeira.
A maior parte do território europeu é formada por
planícies. Mais de metade da sua extensão está abaixo de 200 metros, e a altitude média é de 340 metros. O relevo montanhoso prevalece nas porções norte (onde se localizam os Alpes Escandinavos e as cadeias das Ilhas Britânicas) e sul (cortada pelos Pirinéus, Alpes, Cárpatos e Balcãs). No centro, uma vasta planície se estende, quase sem interrupção, dos Pirineus aos montes Urais. O continente não abriga rios extensos: o maior deles, o Volga, tem cerca de 3,5 mil quilômetros.

A Europa vista do espaçoCortesia da NASA
Predomina o clima temperado, mas há variações determinadas pela latitude e pela influência do oceano e da massa continental asiática. O sul apresenta clima mediterrâneo e vegetação de arbustos. No centro e no leste, o clima é continental, tornando-se cada vez mais frio à medida que se avança para o interior. Essa faixa é ocupada por florestas temperadas e de coníferas. No noroeste prevalece o clima oceânico. O extremo norte tem clima polar e sua vegetação típica é a tundra. De acordo com o World Resources Institute, cerca de 40% das florestas do continente foram desmatadas. As maiores extensões de mata nativa são de coníferas e encontram-se na Suécia e na Finlândia.
A Europa tem 761 milhões de habitantes e é o único continente onde a população vem diminuindo. Segundo o
Fundo de População das Nações Unidas (FNUAP), ela encolherá a uma taxa de 0,1% ao ano entre 2005 e 2010. O envelhecimento da população exige absorção de imigrantes, principalmente profissionais em tecnologia. Por outro lado, o crescimento do desemprego e o aumento da concorrência no mercado de trabalho vêm impondo obstáculos à entrada de mão-de-obra não qualificada.
A concentração populacional é alta no centro e no oeste e menor nas porções norte e leste. Metade dos europeus vive em cidades pequenas, com até 5 mil habitantes. As grandes cidades, como
Berlim, Londres, Madrid, Moscou, Paris, Roma e São Petersburgo, concentram um quatro da população. A maioria dos habitantes fala idiomas do tronco indo-europeu, sendo as línguas mais difundidas as do ramo latino (francês, italiano, castelhano, romeno, português, catalão), germânico (alemão, inglês, neerlandês, norueguês, sueco, dinamarquês) e eslavo (russo, ucraniano, polaco, servo-croata, checo, búlgaro). Há também idiomas de outras famílias lingüísticas, como o húngaro, o finlandês e o basco.
O
cristianismo é a religião com o maior número de seguidores na Europa. No continente existe um número significativo de adeptos tanto do catolicismo quanto do protestantismo e da Igreja Ortodoxa.
Sede da
Revolução Industrial, a Europa é o primeiro continente a modernizar sua economia. O parque industrial europeu é, até hoje, um dos mais avançados do mundo. Sua agropecuária utiliza intensivamente tecnologia de ponta, e o continente vem registrando progressiva expansão e modernização dos serviços. Persistem, entretanto, muitos contrastes de desenvolvimento entre os países ocidentais e as nações do leste, que fizeram parte do antigo bloco comunista e desde a década de 1990 buscam implantar a economia de mercado.
Na
indústria europeia, destacam-se os setores automobilístico, têxtil, químico e de telecomunicações. A produção agropecuária é significativa, mas emprega pequena quantidade de mão-de-obra, por causa da utilização intensiva de máquinas e de técnicas avançadas de cultivo. Entre os principais produtos estão leite, carne bovina e suína, centeio, batata, aveia e trigo. Na mineração sobressai a extração de carvão e minério de ferro.
A
Europa Ocidental concentra 90% do PIB do continente, mas os países do antigo bloco socialista, que aderiram à economia de mercado na década de 1990, têm crescido nos últimos anos. Maior pólo turístico do planeta, a Europa atrai anualmente 400 milhões de visitantes.

Oceania

Oceania (português brasileiro) ou Oceânia (português europeu) é o nome usado para vários grupos de ilhas no Oceano Pacífico: Polinésia, Melanésia e Micronésia. Em uso mais amplo inclui também a Austrália. Já foi considerado um continente ou uma das “cinco partes do mundo”.
Seu nome provém de
Oceano (em latim Oceanus), deus da mitologia grega cuja filha, Ásia, acabou por batizar o continente asiático.
Embora as ilhas da Oceania não formem um continente verdadeiro, Oceania as vezes é associada com o continente da
Austrália ou com a Australásia, com o propósito de dividir o planeta em agrupamentos continentais. É o menor "continente" em área e em população (não contando com a Antártica).
O principal
país da Oceania, e que ocupa quase 90% dele, é a Austrália. País moderno e de primeiro mundo, sede das Olimpíadas de 2000, é o 3° do mundo no que diz respeito ao IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), e a Nova Zelândia, que é o 14° nesse quesito, eram locais de degredo de prisioneiros ingleses no passado. Os povos nativos representam hoje 1,5% da população da Austrália e 15% da Nova Zelândia, embora sejam maioritários em muitas das restantes ilhas. A região enfrenta sérios problemas ambientais por causa da existência de toneladas de resíduos tóxicos (óleos, pesticidas e fertilizantes). O Programa Regional sobre o Meio Ambiente do Pacífico Sul divulgou em 2000 um relatório que indica mais de 50 locais de contaminação em 13 países. A Oceania foi também palco de testes nucleares dos Estados Unidos e da França.

Ásia

A Ásia é o maior continente da Terra, com 8,6% da superfície planetária (ou 29,5% das terras emersas). Parte oriental da Eurásia, a Ásia é também o continente mais populoso, com mais de 60% da população mundial.
Localizada principalmente nos
hemisférios oriental e setentrional, a Ásia costuma ser definida como a porção da Eurafrásia (o conjunto África-Ásia-Europa) que se encontra a leste do mar Vermelho, canal de Suez e montes Urais, e ao sul do Cáucaso e dos mares Cáspio e Negro. É banhada a leste pelo oceano Pacífico (mar da China Meridional, mar da China Oriental, mar Amarelo, mar do Japão, mar de Okhotsk e mar de Bering), ao sul pelo oceano Índico (golfo de Áden, mar Arábico e golfo de Bengala) e ao norte pelo oceano Ártico

Áfricra

A África é o segundo continente mais populoso da Terra (atrás da Ásia) e o terceiro continente mais extenso (atrás da Ásia e das Américas).
Tem cerca de 30 milhões de km², cobrindo 20,3 % da área total da terra firme do planeta e mais de 900 milhões de habitantes em 53 países, representando cerca de um sétimo da população do mundo.
Cinco dos países de África foram colónias portuguesas e usam o português como língua oficial: Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe; em Cabo Verde, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe são ainda falados crioulos de base portuguesa.

América

A América é o continente localizado no hemisfério ocidental e que se estende, no sentido norte-sul, desde o oceano Ártico até o cabo Horn, ao longo de cerca de 15 mil quilômetros. O seu extremo oriental insular e não-continental encontra-se na Groenlândia, no Nordostrundingen, enquanto que o extremo ocidental insular fica nas Aleutas.
Já os extremos não-insulares e contíguos ao continente em si (massa continental contínua) são o Cabo Príncipe de Gales (extremo ocidental, no
Alasca) e a Ponta do Seixas (extremo oriental, na Paraíba).
Com uma
área de 42 189 120 km² e uma população de mais de 902 milhões de habitantes[1], corresponde a 8,3% da superfície total do planeta, ou 28,4% das terras emersas, e a 14% da população humana. Localizada entre o oceano Pacífico e o Atlântico, a América inclui o Mar do Caribe e a Groenlândia, mas não a Islândia, por razões históricas e culturais.
Também é conhecida pelo plural Américas e pela expressão
Novo Mundo, neste caso em oposição à Eurafrásia, considerada o Velho Mundo. A maioria dos estudiosos aponta o nome do navegador italiano Américo Vespúcio como origem etimológica do topônimo "América".
Alguns não consideram a América como um continente único, preferindo defini-la como um conjunto de terras composto pelos continentes da
América do Norte (que inclui, além da própria América do Norte, a chamada América Central e o Caribe) e da América do Sul. Qualquer que seja a sua conceituação, a América compõe-se, de fato, de duas massas de dimensões continentais - as Américas do Norte e do Sul -, ligadas por um istmo (o istmo do Panamá) que é cortado por um canal (o canal do Panamá). Além dessas divisões, há os conceitos das chamadas América Média e Mesoamérica.

sexta-feira, 20 de março de 2009

Trabalho De Geografia-IDH


O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é uma medida comparativa que engloba três dimensões: riqueza, educação e esperança média de vida. É uma maneira padronizada de avaliação e medida do bem-estar de uma população. O índice foi desenvolvido em 1990 pelo economista paquistanês Mahbub ul Haq, e vem sendo usado desde 1993 pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento no seu relatório anual.
Todo ano, os países membros da ONU são classificados de acordo com essas medidas.
Atualmente, a lista é encabeçada pela Islândia, seguida da Noruega.
Critérios de Avaliação
Educação: Para avaliar a dimensão da educação o cálculo do IDH considera dois indicadores. O primeiro, com peso dois, é a taxa de alfabetização de pessoas com 15 anos ou mais de idade — na maioria dos países, uma criança já concluiu o primeiro ciclo de estudos (no Brasil, o Ensino Fundamental) antes dessa idade. Por isso a medição do analfabetismo se dá, tradicionalmente a partir dos 15 anos. O segundo indicador é o somatório das pessoas, independentemente da idade, matriculadas em algum curso, seja ele fundamental, médio ou superior, dividido pelo total de pessoas entre 7 e 22 anos da localidade. Também entram na contagem os alunos supletivo, de classes de aceleração e de pós-graduação universitária, nesta área também está incluido o sistema de equivalências Rvcc ou Crvcc, apenas classes especiais de alfabetização são descartadas para efeito do cálculo.
Longevidade: O item longevidade é avaliado considerando a esperança de vida ao nascer. Esse indicador mostra a quantidade de anos que uma pessoa nascida em uma localidade, em um ano de referência, deve viver. Ocultamente, há uma sintetização das condições de saúde e de salubridade no local, já que a expectativa de vida é fortemente influenciada pelo número de mortes precoces.
Renda: A renda é calculada tendo como base o PIB per capita do país. Como existem diferenças entre o custo de vida de um país para o outro, a renda medida pelo IDH é em dólar PPC (Paridade do Poder de Compra), que elimina essas diferenças.
Cálculo
Para calcular o IDH de uma localidade, faz-se a seguinte média aritmética:
(onde L = Longevidade, E = Educação e R = Renda)
·
·
· nota: pode-se utilizar também a renda per capita (ou PNB per capita).
Legenda:
EV = Esperança média de vida;
TA = Taxa de Alfabetização;
TE = Taxa de Escolarização;
log10PIBpc = logaritmo decimal do PIB per capita.
Classificação
O índice varia de zero (nenhum desenvolvimento humano) até 1 (desenvolvimento humano total), sendo os países classificados deste modo:
Quando o IDH de um país está entre 0 e 0,499, é considerado baixo.
Quando o IDH de um país está entre 0,500 e 0,799, é considerado médio.
Quando o IDH de um país está entre 0,800 e 1, é considerado alto.
Países de elevado desenvolvimento humano
Ver página anexa: Lista de países por Índice de Desenvolvimento Humano
Posição
País
IDHem 2006 (publicado em 2008)
Dados de 2006 (publicados em 2008)
Mudança comparada a dados de 2005 (publicados em 2007)
1
(0)
Islândia
0,968
2
(0)
Noruega
0,968
3
▲ (1)
Canadá
▲ 0,967
4
▼ (1)
Austrália
▲ 0,965
5
(0)
Irlanda
▲ 0,960
6
▲ (3)
Países Baixos
▲ 0,958
7
▼ (1)
Suécia
▲ 0,958
8
(0)
Japão
▲ 0,956
9
▲ (9)
Luxemburgo
▲ 0,956
10
▼ (3)
Suíça
0,955
11
▼ (1)
França
▲ 0,955
12
▼ (1)
Finlândia
▲ 0,954
13
▲ (1)
Dinamarca
▲ 0,952
14
▲ (1)
Áustria
▲ 0,951
15
▼ (3)
Estados Unidos
▼ 0,950
16
▼ (3)
Espanha
▲ 0,949
17
(0)
Bélgica
▲ 0,948
18
▲ (6)
Grécia
▲ 0,947
19
▲ (1)
Itália
▲ 0,945
20
▼ (1)
Nova Zelândia
▲ 0,944
21
▼ (5)
Reino Unido
▼ 0,942
22
▼ (1)
Hong Kong
▲ 0,942
23
▼ (1)
Alemanha
▲ 0,940
24
▼ (1)
Israel
▼ 0,930
25
▲ (1)
Coreia do Sul
▲ 0,928
26
▲ (1)
Eslovênia
▲ 0,923
27
▲ (3)
Brunei
▲ 0,919
28
▼ (3)
Singapura
▼ 0,918
29
▲ (4)
Kuwait
▲ 0,912
30
▼ (2)
Chipre
▲ 0,912
31
▲ (9)
Emirados Árabes Unidos
▲ 0,903
32
▲ (8)
Bahrein
▲ 0,902
33
▼ (4)
Portugal
▲ 0,900
34
▲ (1)
Qatar
▲ 0,899
35
▼ (3)
República Checa
▲ 0,897
36
▼ (2)
Malta
▲ 0,894
37
▼ (6)
Barbados
▼ 0,889
38
▼ (2)
Hungria
▲ 0,877
Posição
País
IDHem 2006 (publicado em 2008)
Dados de 2006 (publicados em 2008)
Mudança comparada a dados de 2005 (publicados em 2007)
39
▼ (2)
Polónia
▲ 0,875
40
(0)
Chile
▲ 0,874
41
▲ (1)
Eslováquia
▲ 0,872
42
▲ (2)
Estônia
▲ 0,871
43
(0)
Lituânia
▲ 0,869
44
▲ (1)
Letônia
▲ 0,863
45
▲ (2)
Croácia
▲ 0,862
46
▼ (8)
Argentina
▼ 0,860
47
▼ (1)
Uruguai
▲ 0,859
48
▲ (3)
Cuba
▲ 0,855
49
(0)
Bahamas
▲ 0,854
50
▼ (2)
Costa Rica
▲ 0,847
51
▲ (1)
México
▲ 0,842
52
▲ (4)
Líbia
▲ 0,840
53
▲ (5)
Omã
▲ 0,839
54
▼ (4)
Seychelles
▼ 0,836
55
▲ (6)
Arábia Saudita
▲ 0,835
56
▼ (3)
Bulgária
▲ 0,834
57
▲ (2)
Trinidad e Tobago
▲ 0,833
58
▼ (4)
Panamá
▲ 0,832
59
(0)
Antígua e Barbuda
▲ 0,830
60
▼ (6)
São Cristóvão e Névis
▲ 0,830
61
▲ (13)
Venezuela
▲ 0,826
62
(0)
Romênia
▲ 0,825
63
(0)
Malásia
▲ 0,823
64

Montenegro
▲ 0,822
65

Sérvia
▲ 0,821
66
▲ (5)
Santa Lúcia
▲ 0,821
67
▼ (2)
Bielorrússia
▲ 0,817
68
▲ (1)
Macedónia
▲ 0,808
69
▼ (1)
Albânia
▲ 0,807
70
(0)
Brasil
▲ 0,807
71
▲ (2)
Cazaquistão
▲ 0,807
72
▲ (17)
Equador
▲ 0,807
73
▼ (6)
Rússia
▲ 0,806
74
▼ (8)
Maurícia
▼ 0,802
75
▼ (8)
Bósnia e Herzegovina
▼ 0,802
Situação de Portugal
Portugal está em 33º no ranking do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). O instituto classifica como bom o nível de vida, índices a partir de 0,8. No ranking mundial Portugal (33º) está à frente dos demais países de língua portuguesa: o Brasil está em 70º, Cabo Verde em 102º, Angola em 162º, Guiné-Bissau em 175º, Timor-Leste em 150º e Moçambique em 172º. Portugal melhora gradualmente o seu índice desde que a avaliação foi instituida, em 1975. Não obstante, possui o IDH mais baixo da Europa ocidental e vem perdendo posições no ranking mundial. Em 2005, obteve seu maior nível (0,904).
Portugal tem registado um forte crescimento do IDH, desde 1970, bem como dos Índices intermédios que o compõem, principalmente nas décadas de 70 e 80. Relativamente ao último ano de observação, 1999, é a Região de Lisboa e Vale do Tejo que apresenta o valor mais elevado, (0,925) superior à média nacional (0,905). As regiões com valores de IDH mais baixos são o Alentejo (0,872) e a Região Autónoma da Madeira (0,889), seguindo-se a Região Centro com 0,894, a Região Norte com 0,899, o Algarve com 0,900, e os Açores com 0,903. De notar que ao nível das sub-regiões, a dicotomia entre Litoral e Interior se mantém entre 1970 e 1999, apesar da evolução dos valores de IDH entre essas datas. Por outro lado, o Litoral é mais restrito em 1999 do que em 1970 e do que em 1991. A sub-região com valor mais elevado de IDH, em 1999, é a Grande Lisboa, com 0,938, e a que apresenta valor mais baixo é o Baixo Alentejo, 0,862.
1975: (índice = 0.785) - médio desenvolvimento humano
1980: (índice = 0.799)
1985: (índice = 0.821) - elevado desenvolvimento humano
1990: (índice = 0.847)
1995: (índice = 0.876)
2000: (índice = 0.896)
2005: (índice = 0,904)
2007: (índice = 0.897)
2008: (índice = 0.900)
Situação do Brasil

2006
▲ 0.807
2005
▲ 0.800
2000
▲ 0.789
1995
▲ 0.753
1990
▲ 0,723
1985
▲ 0,700
1980
▲ 0.685
1975
▲ 0.649

Segundo o Relatório de Desenvolvimento Humano 2007/2008 do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) o Brasil entrou pela primeira vez para o grupo de países com elevado desenvolvimento humano, com um índice medido em 0,800 no ano de 2005. Em 2006, obteve uma melhora no índice de 0,007 com uma pontuação de 0,807. Encontra-se na 70ª colocação mundial, posição que já mantinha no ano anterior.
Há muitas controvérsias quanto ao relatório de 2007 divulgado pelas Nações Unidas. Muitas instituições afirmam que o Índice de Desenvolvimento Humano do Brasil possa estar errado e que o correto seria de 0,802 a 0,808. O motivo seria a não atualização de vários dados relativos ao Brasil por parte da organização. O primeiro dado seria o do PIB per capita, que atualizando as revisões do IBGE seria de US$ 9.318 e o índice saltaria para algo entorno de 0,806. Outro dado é a taxa de alfabetização, que evoluiu 88,6% para 89,0%, isso significaria uma elevação de 0,003 no índice final. E há ainda um problema estatístico, a renda per capita de 2005 foi calculada com base em uma projeção de população de 184 milhões de brasileiros. Mas a Contagem Nacional da População, feita recentemente pelo instituto, revelou que apenas em 2007 o país atingiu este número de habitantes. Se isso for levado em conta, com menos gente para repartir o PIB, a renda per capita subirá, e o índice ganhará um acréscimo de 0,002.
Mesmo assim, o Brasil continua a ser internacionalmente conhecido por ser uma das sociedades mais desiguais do planeta, onde a diferença na qualidade de vida de ricos e pobres é imensa. Mas dados estatísticos recentes, contidos na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que o quadro começa a se alterar. Entre 2001 e 2004 a renda dos 20% mais pobres cresceu cerca de 5% ao ano enquanto os 20% mais ricos perderam 1%. Nesse mesmo período houve queda de 1% na renda per capita e o Produto Interno Bruto (PIB) não cresceu significativamente. A explicação dos economistas brasileiros e também de técnicos do Banco Mundial para a redução das desigualdades está nos programas de distribuição de renda, como o Bolsa Família. No entanto, como mais de dois terços dos rendimentos das famílias brasileiras provém do trabalho assalariado, há necessidade de crescimento da economia e do mercado de trabalho.
Educação
35
Emirados Árabes Unidos
▼ 88,0
36
Brasil
▲ 87,5
37
Malásia
▲ 87,3
Na área de educação, o Brasil tem melhor desempenho que a média mundial e regional. No relatório 2007, o país ficou com um índice de alfabetização adulta de 88,6% (64ª colocação mundial, logo abaixo dos Emirados Árabes Unidos e logo acima de São Vicente e Granadinas), índice igual ao encontrado em 2004, por conta das Nações Unidas não ter atualizado os dados. Segundo o IBGE, a taxa de alfabetização adulta evoluiu de 88,6% para 89,0% no período. O relatório captou, porém, um aumento no percentual de pessoas em idade escolar dentro das escolas e universidades, de 86,0% em 2004 para 87,5% em 2005 (36ª colocação mundial, logo abaixo da Alemanha e acima de Singapura).
Longevidade
78
Jordânia
▲ 71,9
79
Brasil
▲ 71,7
80
Arménia
▲ 71,7
Na área de longevidade, o Brasil vem conquistando grandes avanços nos últimos anos. A expectativa de vida em 2005 foi estimada em 71,7 anos ao nascer (79ª colocação mundial, logo abaixo da Jordânia e acima da Armênia) segundo o relatório. Em 2004, o índice era estimado em 70,8 anos ao nascer, e, em 2000, 67,7 anos. A esperança de vida brasileira supera a média global. Esse aumento da longevidade é um indicativo de melhoras no acesso a alimentação, saúde e saneamento.
Renda
66
Turquia
▲ 8,407
67
Brasil
▲ 8,402
68
Tunísia
▲ 8,371
Por fim, também a renda influi no cálculo do desenvolvimento humano, sendo no que o Brasil mais precisa melhorar. O último relatório das nações unidas apresenta um PIB per capita (PPC) de US$ 8,402 (67ª colocação mundial, logo abaixo da Turquia e acima da Tunísia). Com isso, a renda dos brasileiros aumentou, entre 2004 e 2005, de US$ 8.195 PPC para US$ 8.402 PPC. O que causa controvérsia pois as Nações Unidas não atualizaram as revisões do IBGE e continuam usando os métodos do chamado "Velho PIB". Com uma revisão de cálculos em Março de 2007, o IBGE descobriu que o país era 10,9% mais rico do que se imaginava, mudando assim uma série de dados, entre eles o PIB per capita que deveria ser de US$ 9.318.